Uma questão de língua

Caros alunos,

O texto expositivo é um tipo de texto que pressupõe algumas regras de redacção. É um texto em que se parte de um tema, que pode ser uma afirmação, o autor apresenta os factos sem dar a sua opinião, dando exemplos e fundamentando-os com evidências.

É dividido em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. Deverão ter em conta o seguinte:

  • Introdução e Conclusão:
    • devem ser constituídas por um único parágrafo;
    • são sínteses teóricas, pelo que não devem incluir exemplos;
    • articulam-se entre si, já que a conclusão deve retomar a introdução.
  • O desenvolvimento:
    • articula-se com a introdução;
    • integra referências concretas à obra do autor, recorrendo a citações de excertos e/ou títulos;
    • veicula juízos próprios apoiados em referências textuais.

Nota que:

  • deve ler-se atentamente o enunciado de forma a compreender claramente a tese aí formulada;
  • antes de redigir o texto, deve-se organizar a informação em forma de tópicos ou esquema;
  • durante a redacção, deve-se identificar o tipo de relações lógicas existentes entre as várias partes do texto e entre as ideias que vão ser expostas no desenvolvimento, de modo a seleccionar os articuladores do discurso que vão evidenciar esses nexos;
  • convencionalmente, o tempo verbal utilizado neste tipo de texto é o presente do indicativo;
  • não se deve fugir ao limite de palavras indicado.
(fonte: http://www.escolavirtual.pt/assets/conteudos/downloads/12por/texto-argumentativo.pdf)

Sobre os articuladores do discurso, aqui fica um link para explorarem.

 

Fica aqui também uma apresentação sobre este tema, com informação mais detalhada, que poderá ajudar-vos.

Bom trabalho!!🙂

Caros alunos,

Na sequência da nossa “viagem no tempo”, passamos ao final do século XIV, a uma época conturbada da nossa história, a crise de 1393-85, documentada na Crónica de D. João I, de Fernão Lopes, cujo estudo estamos a iniciar agora.

Aqui fica um resumo das circuntâncias políticas e sociais da época e dos acontecimentos que deram origem à Batalha de Aljubarrota e a nomeação de D. João, Mestre de Avis, como rei de Portugal, dando início à dinastia de Avis.

Bom estudo!!!🙂

keep-calm-estudar-vale-a-penaCaros alunos,

Como é hábito, aqui ficam os objectivos para este teste escrito de avaliação.

Assim, para este teste, deverão conseguir:

Grupo I – compreensão e interpretação literária (100 pontos)

  • classificar uma produção da lírica trovadoresca (cantigas de amigo, amor e escárnio e maldizer) através da identificação das suas características formais e temáticas;
  • interpretar a mensagem de um texto (cantiga);
  • reconhecer recursos estilísticos/expressivos, apontando a sua expressividade;

Grupo II – Gramática (50 pontos)

  • classificar palavras morfologicamente (classes, subclasses e flexão);
  • dividir e classificar orações (subordinadas e coordenadas);
  • identificar as funções sintácticas desempenhadas pelos elementos de frases;
  • relacionar palavras: sinonímia; antonímia; palavras homónimas, homófonas; homógrafas; parónimas; hipónimos; hiperónimos;
  • reconhecer e distinguir os vários processos fonéticos e fonológicos presentes na evolução da língua portuguesa.

Grupo III – Expressão escrita – Texto expositivo (50 pontos)

  • redigir um texto expositivo alusivo a um tema relacionado com a contextualização histórica da crónica de D. João I, de Fernão Lopes (crise de 1383-85).

Bom estudo e bom trabalho!!!😉

Caros alunos,

A última composição da lírica trovadoresca que estudámos foram as cantigas de escárnio e maldizer.

Aqui fica uma apresentação com as características destas divertidas cantigas:

 

Bom trabalho!😉

Caros alunos,

As cantigas de amigo, composições inseridas na lírica trovadoresca portuguesa, têm características que as distinguem das outras composições (cantigas de amor e escárnio e maldizer).

Aqui fica uma apresentação onde podem recolher a informação sobre esta composição literária:

 

E aqui, a análise de várias cantigas de amigo, algumas das quais foram trabalhadas nas aulas:

 

Sobre o paralelismo nas cantigas de amigo:

Bom trabalho!!!😉

Caros alunos,

Aqui fica uma análise de duas cantigas de amor, a segunda das quais foi trabalhada na aula de hoje “” que soidade de mha senhor ei” de D. Dinis.

É uma cantiga de refrão, cujo tema é a coita de amor. Quando se lembra da sua senhora e das suas palavras doces e acertadas, o trovador sente uma saudade imensa. E pede então a Deus (que tem o poder para isso) que lhe permita vê-la em breve. Porque, se a não vir em breve, a ela, que é a melhor das melhores, não pode evitar enlouquecer ou morrer de dor. Pois Deus a fez de tal forma que, sem ela, ele não pode viver. (Fonte: http://cantigas.fcsh.unl.pt/cantiga.asp?cdcant=540&pv=sim)

 

Também analisámos a cantiga “Se eu pudesse desamar”, de Pero da Ponte, uma cantiga de refrão, ao mesmo tempo simples e retoricamente muito elaborada (com recurso a palavra-rima e múltiplas rimas derivadas, ou mozdobres), Pero da Ponte exprime o seu (impossível) desejo de vingar-se daquela que sempre o tratou mal, pagando-lhe na mesma moeda: deixando de a amar, procurando o seu mal e fazendo-a sofrer. Mas é este um desejo impossível, até porque a culpa é do seu próprio coração, que o fez desejar quem nunca o desejou. Sem poder dormir, só lhe resta pedir a Deus que desampare quem sempre o desamparou e lhe dê a ele a capacidade para a perturbar um pouco – e assim já dormiria. Ou pelo menos que lhe desse coragem para falar com ela.
A cantiga é também tematicamente original, na medida em que a tradicional resignação do trovador face ao sofrimento que lhe inflige a sua senhora, elemento tópico da cantiga de amor, é aqui declaradamente substituído pelo desejo de vingança, Note-se ainda a rara variação que ocorre, em estrofes alternadas, no 1º verso do refrão.

Há uma versão musical desta cantiga, interpretada por Pedro Barroso, que podem ouvir aqui.

Bons estudos!!!🙂

keep-calm-and-bora-estudarCaros alunos,

Como é hábito, aqui ficam os objectivos para este teste escrito de avaliação.

Assim, para este teste, deverão conseguir:

Grupo I – compreensão e interpretação literária (100 pontos)

  • classificar uma produção da lírica trovadoresca através da identificação das suas características formais e temáticas;
  • interpretar a mensagem de um texto (cantiga);
  • reconhecer recursos estilísticos/expressivos, apontando a sua expressividade;

Grupo II – Gramática (50 pontos)

  • classificar palavras morfologicamente (classes, subclasses e flexão);
  • classificar orações subordinadas e coordenadas;
  • identificar as funções sintácticas dos elementos de frase;
  • relacionar palavras: sinonímia; antonímia.

Grupo III – Expressão escrita – síntese (50 pontos)

  • apontar as ideias-chave de um texto;
  • redigir uma síntese com 1/4 da extensão do texto original.

Bom estudo e bom trabalho!!!😉

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Autora do blog

Elsa Maximiano, professora de Língua Portuguesa/Português e Inglês do 3.º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário.
Este blog de Língua Portuguesa foi criado e é mantido com o objectivo de complementar as aprendizagens dos alunos e fomentar a sua autonomia através da utilização das TIC.
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